Maringá Travel News – Voos panorâmicos no Rio: Anac suspende quatro empresas


Anac inspecionou dez operadores e 19 aeronaves na capital fluminense

Os voos panorâmicos no Rio entraram em um cenário de atenção após a Anac ampliar a fiscalização do segmento. Na ação mais recente, a agência inspecionou dez operadores e 19 aeronaves. Como resultado, suspendeu quatro empresas e interditou ou suspendeu as operações de nove aeronaves. A medida não interrompe todo o serviço na cidade, mas exige que o viajante confirme a situação do operador antes de contratar.

Segundo a Anac, as inspeções fazem parte das atividades regulares do órgão. No entanto, a agência intensificou o trabalho após ocorrências registradas na cidade nos últimos meses. Durante a ação, as equipes avaliaram os sistemas usados pelas empresas para acompanhar a segurança operacional. Além disso, verificaram os procedimentos de voo e as condições técnicas das aeronaves.

A Anac também anunciou que pretende revisar o RBAC 136, regulamento específico para operações de voos panorâmicos. A atualização deverá tratar da estrutura das empresas, da preparação das tripulações e dos requisitos de manutenção. O processo contará com participação pública antes da definição das novas regras.

Paralelamente, a Prefeitura do Rio encerrou os termos que permitiam a cinco empresas utilizar o heliponto da Lagoa Rodrigo de Freitas. Essa decisão não corresponde às suspensões determinadas pela Anac. Enquanto a agência acompanha empresas, aeronaves e operações aéreas, o município define as condições de uso do equipamento público.

Antes de contratar voos panorâmicos no Rio, o viajante pode consultar a empresa na plataforma Voe Seguro, mantida pela Anac. A pesquisa aceita o nome, o CNPJ ou a matrícula da aeronave. Além disso, vale verificar os dois registros, pois uma empresa pode estar regular sem possuir uma aeronave autorizada naquele momento.

Para empresas que incluam esse passeio em viagens corporativas ou roteiros de grupos, a conferência deve ocorrer antes da confirmação da atividade e novamente perto da data. Por isso, o organizador deve solicitar ao fornecedor a razão social, o CNPJ e a matrícula da aeronave prevista. Caso encontre alguma restrição, poderá avaliar outra opção antes que a situação afete a programação.

Fonte: Brasilturis


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