Conflito no Oriente Médio amplia cautela nas reservas
A hotelaria corporativa acompanha com mais atenção os impactos indiretos da instabilidade no Oriente Médio sobre o mercado de viagens. Os efeitos mais concretos ainda estão concentrados na aviação comercial. No entanto, a preocupação começa a avançar para toda a cadeia do turismo.
Na prática, o principal ponto de atenção está na pressão sobre o petróleo e sobre o QAV, o querosene de aviação. Com custos mais altos, companhias aéreas podem rever operações e cancelar voos menos rentáveis, especialmente em rotas regionais. Dessa forma, empresas precisam observar disponibilidade aérea antes de confirmar hospedagens.
Apesar desse cenário, a hotelaria ainda mantém desempenho positivo. Dados do InFOHB citados pela publicação mostram que, até março, o RevPar acumulado dos hotéis associados ao FOHB cresceu 10,2% em relação a 2025. Além disso, a diária média avançou 8,1% na mesma base de comparação.
Ainda assim, executivos do setor apontam uma postura mais cautelosa das empresas. Com passagens mais caras e menor oferta, a janela de reserva na hotelaria corporativa tende a ser antecipada. Por isso, viagens de última hora podem se tornar menos frequentes, sobretudo quando envolvem deslocamentos aéreos e agendas sensíveis.
Nesse cenário, o planejamento integrado entre aéreo e hospedagem ganha peso estratégico. Reservar com antecedência ajuda a ampliar disponibilidade, reduzir exposição a tarifas mais altas e evitar ajustes emergenciais. Diante disso, a Maringá Turismo atua de forma consultiva para apoiar empresas e viajantes na gestão de viagens corporativas, conectando hospedagem, deslocamento e previsibilidade operacional.
Fonte: Hotelier News