Grupo Maringá anuncia mudanças organizacionais e foco em lazer

Por Camila Lucchesi, Brasilturis

Previsão é chegar a R$ 30 milhões em vendas de lazer em 2017

Descentralização e profissionalismo. Esses foram os dois conceitos que pautaram as mudanças realizadas na estrutura organizacional do Grupo Maringá, nas palavras de seu presidente, Marcos Arbaitman. O grupo passa a operar com três vice-presidências, cada uma dedicada a uma das empresas que o compõe: Siderley Santos responde pela Central de Eventos; Alexandre Castro chefia a Maringá Turismo; e Rafael Arantes é o responsável pela Lemontech. Santos e Castro têm ainda a função de vice-presidentes do grupo, respondendo diretamente a Arbaitman.
As novidades foram oficializadas na noite de 30 de maio, em um evento para clientes e fornecedores na capital paulista. Além de apresentar o novo organograma, a empresa revelou que cresceu 5,6% no ano passado e projetou os resultados para 2016. “Nossa perspectiva é fechar o ano com um volume de R$ 924 milhões em negócios”, afirmou Santos. Desse total, o executivo estima que R$ 780 milhões virão da Maringá Turismo, R$ 140 milhões serão faturados pela Central de Eventos e R$ 4 milhões pela Lemontech.
Em clima de otimismo, o presidente do Grupo revelou que o segredo para continuar crescendo está na confiança em relação à capacidade de trabalho dos colaboradores, na qualidade dos serviços prestados e na força das empresas do grupo na retenção de clientes. “Nosso crescimento tem a ver com reter clientes e essa é nossa estratégia. A taxa de retenção no grupo supera os 99%”, reforçou Castro.


Foco no lazer

Os executivos afirmaram que o investimento em tecnologia é pauta constante no Grupo que, em 2015, dedicou R$ 840 mil em melhorias na infraestrutura e nas ferramentas voltadas aos negócios. “A previsão é investir mais R$ 700 mil neste ano”, disse Arantes. Segundo ele, gestão e economia são os pilares para as soluções tecnológicas oferecidas aos clientes.
Outra estratégia anunciada é focar em lazer e concierge para diversificar o share da operadora, atualmente composto por 98% corporativo e 2% lazer. “Não queremos ser uma OTA, mas pretendemos atender nossos clientes corporativos também no lazer”, explicou Arbaitman. A previsão, segundo Castro, é chegar a R$ 30 milhões em vendas de lazer em 2017, aumentando a participação do segmento para algo em torno de 5%. “Depois de sair da zona de conforto, a ideia é pensar em estratégias para os cinco anos seguintes”, finalizou.
Considerada uma das cinco maiores TMCs do País, a Maringá Turismo tem cerca de 20% de share no mercado corporativo. “Não temos a pretensão de ser os primeiros, queremos ser reconhecidos pela nossa prestação de serviços. A meta não é ser a maior, mas conquistar a confiança do cliente”, finalizou Arbaitman.

 

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